Ela é Cheia de Graça

17
FEV
2014

Inspirações

Graça

Tenho uma história bonita pra contar, e ela começa com uma pergunta: até que ponto a gente pode mudar a vida de uma pessoa?

A opção pelo bem, o compromisso com o que é certo e a crença no outro podem, sim, ser transformadores, simplesmente porque algumas pessoas – na verdade, muitas delas – precisam de uma mão que as erga. Não necessariamente porque sejam incapazes, mas porque nunca conseguiram enxergar o horizonte, soterradas pelas mazelas de suas vidas e a preocupação em sobreviver.

Conheço uma pessoa que, por muitos anos, conviveu com a incômoda realidade da pobreza extrema, sem ser pobre. O nome dela é Graça, ela foi professora em escolas públicas no Rio de Janeiro e encerrou a carreira como diretora de uma delas. No início da carreira, quando voltava de licença por conta de um pé quebrado, a diretora da escola onde trabalhava lhe confiou uma turma de alunos atrasados cuja professora estava saindo de licença-maternidade. A diretora explicou que os 35 alunos daquela turma estavam repetindo a 1a Série pela sétima vez, pois não conseguiam ser alfabetizados e que ela não deveria se preocupar muito com as aulas porque a ficha de “alunos especiais” já estava sendo providenciada, eles não seguiriam adiante, ficariam na 1a Série até completar idade suficiente para serem dispensados. Também foi alertada para ter cuidado, pois alguns alunos, agora quase adolescentes, já tinham enveredado para o crime.

Graça começou um trabalho intenso e dedicado com a turma, inserindo a alfabetização em todas as atividades da grade escolar, trazendo as letras para a realidade deles, envolvendo os pais neste trabalho e acreditando que alguns deles poderiam ir adiante. No final do ano, nenhuma criança foi reprovada, eles já podiam ler e escrever alguma coisa. Pediu à diretora que continuasse com a turma na 2a Série e fez o mesmo pedido no ano seguinte. Depois de três anos com essas crianças, apenas uma delas não conseguiu acompanhar a turma; apenas uma era, de fato, uma criança especial e não pôde ir além da 2a Série. As outras 34 foram em frente, muitas até o Colegial. E, veja que coisa incrível, a professora que os recebeu na 4a Série fez o seguinte comentário durante uma reunião na escola: “há muito tempo eu não recebia uma turma que lia e escrevia tão bem!”. Até que ponto a gente pode mudar a vida de uma pessoa? Ou de 34?

Muitos anos depois, já diretora de um dos CIEPs do Rio de Janeiro, projeto de escola integral do Governo Brizola cujo propósito original a Graça e suas colegas de direção conseguiram, a duras penas, manter em pé até sua aposentadoria, ela conheceu o garoto C. A história dele começa com a de sua mãe – uma jovem que possuía um perceptível retardo mental e cujo próprio pai abusava sexualmente com freqüência, até morrer. Os três irmãos mais velhos de C. eram filhos de seu avô, todos com acentuado retardamento mental. Ele, no entanto, foi fruto de um relacionamento rápido de sua mãe, que ainda teve outros 4 filhos com o marido que veio depois – somavam 8 crianças, 1 mãe que não tinha os dois pés na realidade e 1 padrasto bruto num barraco da favela Terrerão, no Recreio dos Bandeirantes.

C. e os quatro irmãos mais novos foram matriculados no CIEP. As crianças passavam o dia inteiro na escola entre sala de aula e atividades complementares culturais e esportivas. Em casos extremos algumas crianças podiam morar na escola, que oferecia residência durante a semana. C. foi uma dessas crianças e morou na escola dos 6 aos 11 anos. Ele teve muita dificuldade para se alfabetizar, mas sua vontade de aprender era notada e foi encaminhado para uma turma especial, com duas professoras excelentes e dedicadas. Depois de terminar a quarta-série foi encaminhado para outra escola, mas a Graça e suas colegas continuaram acompanhando seu progresso, sempre em busca de notícias, até saber que ele tinha conseguido entrar na Faculdade Rural do Rio de Janeiro, para cursar Matemática – foi uma festa só! Todos se mobilizaram pra montar o “enxoval” que ele levaria pra faculdade.

Acontece que o sonho do C. era fazer Engenharia Elétrica. Bem…, seis meses depois, ele passou no vestibular da Universidade Federal do Rio de Janeiro – o garoto da favela era aluno do Fundão! A história já seria linda se acabasse aqui, mas no final do ano passado, a Graça, que se mudou para o interior de São Paulo depois de se aposentar, nos contou, emocionada, que tinha recebido um convite para a formatura de C.! Ele queria por perto todas as pessoas que o ajudaram a ter aquele diploma em sua mão. A Graça contou que foi uma noite emocionante! A coroação pelo esforço de uma vida inteira. Um reconhecimento espontâneo, cheio de gratidão. O ciclo perfeito do amor.

A Graça não poderia mesmo ter outro nome.

Ser em Evolução

06
SET
2013

Inspirações

Evolution

A gente não muda do dia pra noite. Aliás, se não houver um esforço brutal de nossa parte, a gente não muda nunca. Então vem a pergunta primeira: por que eu mudaria? Talvez pra fazer mais feliz quem me rodeia ou facilitar a própria vida, talvez porque as circunstâncias exijam ou pelo simples fato de querer ser um ser humano melhor. Nem todo mundo se preocupa com isso, é verdade: nasce e morre igual. Então vem a segunda pergunta: eu quero mudar? A resposta tem que ser sincera, ninguém está ouvindo além de você e Deus. Sim, eu quero. Bom, neste caso, prepare-se para a luta. A gente nasce de um jeito e daí nossos genes e as influências do ambiente e de nossas próprias experiências vão nos moldando, sem nos darmos conta somos adultos engessados. Estamos prontos? Nunca. A certa altura da vida, se você é dado a reflexões pessoais, vai perceber que isso ou aquilo poderia ser melhor. E daí? Tem gente que dá de ombros, puxa o freio de mão e reforça o coro do eu-sou-assim-mesmo, e continua sendo. É uma opção (bastante confortável, aliás). Mas tem gente que quer evoluir, transformar-se constantemente, ser melhor. Palmas pra elas! Adoro gente corajosa assim. Então vem a terceira pergunta: como é que eu faço? Existem corredores e corredores de livros de auto-ajuda, mas nestes eu não boto muita fé não, são úteis apenas à medida que nos fazem refletir. A terapia é um ótimo caminho, a espiritualidade também, as duas juntas, então, são explosivas! Elas te dão armas poderosas pra ir pro campo de batalha, mas a luta é sua.

Vou contar das minhas experiências. Eu nunca consegui mudar nada sozinha, quando decido por transformar alguma coisa dentro de mim, além de minhas longas reflexões, peço ajuda a Deus. Peço que me mantenha em alerta e abra meus olhos todas as vezes que eu me deparar com a situação que eu me propus a mudar. Entro no estágio da percepção. Continuo me comportando da mesma forma, mas me dou conta disso rapidamente, identifico a oportunidade que passou, percebo que poderia ter me comportado de maneira diferente. Fico brava comigo, esperneio um pouco, mas, fazer o quê? Já foi. Permaneço no propósito, continuo pedindo luz e, com o tempo, as vezes anos, vou conseguindo identificar as situações antes de reagir a elas e então abre-se diante de mim a oportunidade de escolher conscientemente meu comportamento – é quando a mágica acontece! Deixo o piloto automático e decido. (É verdade que às vezes decido manter o comportamento errado mas, please, eu não sou de ferro!). Com o tempo a decisão pelo comportamento almejado passa a ser automática e voilá... você mudou. Evoluiu. Foi assim que eu aprendi a receber críticas, foi assim que eu aboli o hábito da maledicência, foi assim que eu (quase) parei de falar palavrão e é assim que eu permaneço em constante mudança, graças a Deus!

Vontade de ser cada vez mais gente, cada vez mais.

Minha filosofia do amor

17
AGO
2013

Descobertas

Filosofia do Amor

Tirei um tempo pra pensar se existe alguma coisa que eu queira mais do que amor. De tudo que eu gostaria de ter, desde meus sonhos de consumo mais materialistas (como uma batedeira Kitchen Aid azul turquesa na minha cozinha ou um Elie Saab no meu guarda-roupa), passando pelo sucesso e reconhecimento nos meus empreendimentos, pela boa educação dos meus filhos, pela ordem e conforto no meu lar, pelos lugares mais lindos do mundo onde eu ainda quero por meus pés e pela minha paixão crescente pela literatura que encabeça meus quereres atuais, a resposta é: não. Não há nada que eu queira mais do que o amor.

Mais um pouquinho de reflexão e me convenci de que todo mundo é assim. Somos seres amantes, feitos para dar e receber afeto. E não estou me referindo só ao eros, falo de todos os amores, dessa energia boa e forte que nos conecta às pessoas, às crianças, aos animais, à natureza, a nós mesmos, a Deus. No final das contas, o que a gente quer é o objeto do nosso amor por perto, pra poder amar. Ou não é? O amor começa como sentimento, mas só se concretiza na ação. Enquanto ele fica guardado dentro da gente, é apenas energia em potencial, não serve pra muita coisa. Amor guardado é sofrimento. Daí me vem à cabeça um pensamento que li outro dia, mas não sei o nome de quem pensou: “não sejam tolos, não falta amor, falta amar”.

Continuei pensando e percebi que as pessoas muito boas, aquelas que nos sensibilizam pela serenidade no olhar, pela doçura nas palavras e pelo poder de suas obras, como a Madre Teresa, o Nelson Mandela, o Papa Francisco e (por que não?) o Luciano Huck, têm em comum uma grande capacidade de amar. Será que eles nasceram assim? Será que a gente chega lá?

Juntando o pensamento 1, com o pensamento 2 e com o 3, me sucedeu uma pergunta inquietante: será que Deus é o amor? Será que são uma coisa só? E se Ele não for uma entidade e sim um sentimento – essa energia boa e forte que nos une e nos sacia por inteiro, a única capaz de nos mover da poltrona confortável do egoísmo? Sabe quando você ajuda alguém e ouve: “foi Deus que te mandou aqui!”? E se a pergunta fosse: “foi o amor que te mandou aqui?”. Sim, foi.

Muita viagem pra um sábado à noite? Bem… são essas coisas que acontecem quando eu tiro um tempo pra pensar.

Recebam aí do outro lado o sentimento bom que tenho por vocês. Amor guardado precisando amar.

De onde vem a inspiração

11
JUL
2013

Pequenos Grandes Prazeres

Futebol

Tem um homem no meu quintal jogando bola com três meninos radiantes. O céu azul e o sol dourado esquentam o ar frio do inverno que ainda não decidiu se vai ou se fica. Ele provoca os garotos gritando com voz de monstro: “pode vir, pode vir!”, “vocês três contra mim!”, “vou ganhar de todo mundo!” e chuta a bola pra lá e pra cá e eles correm sem descanso, correm sorrindo, se divertindo mais com a presença adulta do que com o futebol. A bola agora tornou-se um elo sagrado e talvez os gols sejam pouca coisa nesta pelada de férias. Ninguém interrompa este momento, por favor. O homem segue provocando: “sou o melhor goleiro do mundo, ninguém marca penalty em mim” e eles adoram, chutam com força, estão com as bochechas vermelhas e gotinhas de suor nas costeletas imberbes. E eu poderia dizer que esta é a melhor tarde do mundo, mas amanhã pode ter pelada outra vez e… bom, nunca se sabe o que pode acontecer com a felicidade morando tão perto.

Meus dois sobrinhos, meu filho menino e meu amor no quintal.

Gen.ti.le.za

26
JUN
2013

Inspirações

Gentileza

Gen.ti.le.za sf 1 Qualidade do gentil (nobre, cavalheiresco, cortês, amável, delicado, agradável, aprazível). 2 Favor, obséquio. 3 Cortesia, delicadeza, urbanidade. 4 Agrado, galantaria, maneiras graciosas.

Essa definição foi tirada do Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa Michaelis, que fica ao alcance da minha mão, no escritório. Fui consultar a palavra gentileza pra saber até onde ia a definição formal da palavra. Achei o verbete bem completo, mas ainda não tinha o alcance que eu queria, então vou completar…

Gentileza é a preocupação gratuita com o outro, é o estágio máximo da boa educação, o adereço indispensável dos elegantes, a coroação do respeito e do querer bem ao próximo. Gestos de gentileza me emocionam, talvez porque sejam raros, talvez porque revelem a face mais bonita de cada um de nós. Mesmo que não estejam direcionados a mim, os gestos de gentileza sempre me tocam e me fazem concluir: “é…, nós fomos mesmo feitos para amar”. Pena que a gente ame tão pouco. Pena que o amor que devotamos à nossa família e aos amigos mais próximos consuma todo nosso estoque de amor. Será? Claro que não! Amor é uma questão de tempo e boa vontade. Quanto tempo a gente leva pra falar bom dia a um estranho no elevador? Menos de 2 segundos, mas… aff, que preguiça de dizer bom dia, nunca mais vamos ver essa pessoa na vida, afinal. Pois é, desperdiçamos a chance de sermos gentis, perdemos a chance de gerar um instante de amor. E quando a gente está com o carrinho de compras lotado no caixa do supermercado e tem uma pessoa com apenas um litro de leite na mão, logo atrás de nós? Quanto tempo vamos perder sendo gentis e lhe cedendo a frente? Uns 5 minutos? Ah, mas que se dane, eu cheguei primeiro e estou com pressa. Putz, mas eram só 5 minutos e  perdemos a chance de mostrar que nos preocupamos com o próximo. Nossa, e os aniversários, então? Aí a gente nem precisa falar de estranhos, porque nem para os amigos a gente liga mais, tem o Facebook, né?! Mas, seria tão gostoso mandar um cartão, ou quem sabe flores? Tornar o dia de alguém um pouco mais doce. São tantos os exemplos… Todos os dias, passam pela gente várias oportunidades de sermos gentis, mas a gente nem percebe. Precisamos de treino e de olhar atento pra não sermos indiferentes e gelados.

Quem lê pode pensar que eu sou um poço de gentileza e que estou querendo ensinar alguma coisa. Engano seu! Estou apenas pensando alto, falando comigo mesma, puxando minha própria orelha. Vivo esquecendo de ser gentil, mas gostaria muito que se transformasse num hábito.

Fiquei com vontade de escrever sobre isso porque , ontem, minha sogra veio me mostrar um pequeno cartão onde se lia mais ou menos isso:

Caro Vizinho,

Somos os novos proprietários do apartamento 701 e a partir do dia 15/06/13, iniciaremos uma pequena reforma que deverá durar cerca de 3 meses. Gostaríamos, desde já, de nos desculpar pelo barulho e outros inconvenientes que venhamos a lhes causar. Esperamos conhecê-los pessoalmente em breve!

Atenciosamente,

Fulana e Fulano de Tal

O cartão acompanhava um vaso de violetas. Eu virei pra minha sogra e disse: “você terá ótimos vizinhos!”

Dia de Namorar!

12
JUN
2013

Minhas Dicas

Untitled-2

Oi…

Oíííí, ainda tem alguém aí?

Nossa, que saudade deste lugar! O que foi que aconteceu com o tempo? Por que as horas estão durando menos? Como pode ter se passado um mês inteiro desde a última vez que escrevi aqui?!

Não importa, são perguntas sem respostas. O dia de hoje me pediu uma parada, não dá pra passar batido. Mas o que é que o dia 12 de junho tem de mais? Na verdade, nada. Se você quiser, é só mais um dia entre outros 364. Mas, se você quiser, pode ser um dia cheio de coraçõezinhos flutuando a caminho do céu, igual àquele filtro bonitinho que a gente usa no Instagram.

Se você é do tipo que torce por finais felizes, que se emociona em casamentos, deixa a cabeça cair de lado quando vê um casal de velhinhos passeando de mãos dadas, não se inibe à luz de velas, adora um bom drama e se deixa tocar por poemas de amor, então você é do meu tipo e já pensou em alguma coisa deliciosa pra hoje (e alguém vai se dar muito bem…).

Mas, vamos considerar outras hipóteses…

Talvez você tenha uma porção de romantismo correndo nas veias, mas seja extremamente tímida, inibida e não saiba como conduzir a coisa. Neste caso, sugiro que opte pelo básico: faça um jantar gostoso (compre pronto, se não souber cozinhar), abra uma garrafa de vinho, deixe uma música suave rolando, flores na mesa, perfume francês na nuca… e pronto! A natureza cuida do resto, é só coraçãozinho voando por aí… Pra que mais?! Sou muito mais um jantarzinho a dois em casa do que as filas nos restaurantes, por melhor que eles sejam.

Uma outra hipótese, um pouco mais complicada, é que você não esteja sentindo a mínima vontade de comemorar o dia com o seu par. Hummm, isto pede uma pequena análise da situação. Não está a fim porque está brava, magoada ou porque a coisa perdeu o encanto? Se for por um dos dois primeiros motivos, então eu diria que não tem noite melhor pra fazer as pazes do que a de hoje! Anistia total, com direito a abono de D.R.! Afinal, não deve ter sido nada tão grave assim… namorar é sempre mais gostoso. No entanto, se o problema é desencanto, desgaste, absoluta ausência de clima, fica difícil pensar em uma noite romântica. Mas, como eu sou uma romântica incorrigível, daquelas que acredita que o amor é a maior força do universo, penso que talvez a noite de hoje possa ser oportunidade pra uma boa conversa, sincera, aberta e amistosa, um diálogo adulto entre duas pessoas que, certamente, têm um monte de coisas boas em comum, uma história feliz pra contar, um passado juntos. Como diz a canção, relembrar é viver, relembrar juntos é viver juntos outra vez, some a isso uma taça de vinho e… talvez vocês tenham outra história pra contar.

Outra situação, que as pessoas costumam achar dramática, é que você esteja sem par. Todo mundo já passou por isso algum dia. Muito bem, moça, então a noite é sua e você tem algumas opções muito interessantes. Pode sair, encontrar outros amigos solteiros, dançar, jantar, enfim, se divertir e até fazer piada da situação, porque estar sozinha é sempre um status momentâneo. Outra opção que, confesso, tem mais a minha cara, é alugar um filme daqueles beeeem românticos (sugestões aqui), abrir uma garrafa de vinho (não beba inteira, porque amanhã é dia útil), se meter embaixo das cobertas, curtir profundamente este momento fossa e saber que aquele cara do filme vai aparecer na sua vida, é só uma questão de tempo. Hummm, adoro! (Observação importante: àquelas que estão sozinhas por opção e se sentem felizes e realizadas assim, então hoje será realmente mais um dia entre outros 364. E daí? Ninguém tem nada a ver com isso, gostar da própria companhia é um privilégio).

A última hipótese que me vem à cabeça são aquelas que acham as manifestações de amor uma babaquice e jantar a luz de velas, cafona. Putz, aí eu não vou poder ajudar, sinto muito, o caso é grave.

Vambora beijar na boca e curtir o que vem depois…

Feliz Dia dos Namorados!

 

linha Dia de Namorar!

PS: Se tiverem filhos e não tiverem com quem deixar, como é o meu caso, inclua-os nos preparativos, na decoração da mesa, na escolha da trilha sonora, no preparo da comida, etc. Explique (antes) que eles vão ajudar nos preparativos, mas na hora do jantar será a vez do papai e da mamãe namorarem e que elas (as crianças) vão curtir uma boa sessão-cineminha na sala de TV (escolha um filme novo e não se esqueça da pipoca!). É possível que vocês consigam umas duas horinhas de sossego…

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